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Malhação canadense

16.2.17
I know I can make i through

Degrassi: Next Class
High School, Drama, Comédia
2 Temporadas
Canadá
Degrassi: Next Class gira em torno da vida dos jovens estudantes da escola Degrassi, um grupo bem diversificado adolescentes ligados em redes sociais onde tudo vira motivo para fofocas, intrigas e polêmicas.




    Na minha eterna busca por títulos diferentes e novos na Netflix, encontrei essa série chamada "Degrassi: Next Class". Nunca dei muita bola pra temas high school, mas achei interessante e resolvi assistir.

    Gente, QUE SÉRIE SHOW.

    Nos comentários do TV Show Time (me sigam, haha XD) o povo comparou muito essa série a Malhação, mas eu nunca assisti, então ¯\_(ツ)_/¯

     Essa série aborda diversos temas importantes, principalmente para um adolescente. Sexualidade, preconceito, depressão, aborto, além dos draminhas comuns de ensino médio super necessários HAHA.

    Uma das coisas que me fez apaixonar pela série foram esses temas, já que quase nunca posso falar sobre eles. Mesmo eles sendo cada vez mais abordados pela internet (e pelo mundo) afora, dentro do meu círculo, das pessoas com quem convivo, ainda me sinto impedida de falar sobre esses assuntos. Por isso, essa série foi uma libertação. Ela, sem dúvida, está cheia de lições super aplicáveis ao nosso dia a dia, tanto dentro quanto fora da escola, e nos ajuda bastante a lidar com certas situações que podem nos ocorrer.

    Além disso, é impossível não se apaixonar pelos personagens XD

    Minha crush forever crush é a Lola, mesmo que às vezes ela dê algumas mancadas. Mas olhem essa carinha. Olhem.



    A série tem duas temporadas, por enquanto, e o final das duas é de matar. Quando terminei a primeira faltavam só alguns dias pra lançar a segunda (que sorte XD), mas isso não me impediu de roer todas as unhas de ansiedade XD.

    A segunda temporada também foi um estouro. Os personagens mudam bastante, o que eu achei um pouco estranho (embora seja justificável pelo fim da primeira temporada), e os ships são DESTRUÍDOS. Essa temporada tem um final um pouco mais pesado, mas que aborda um tema muito importante, também.

     E o plus da série: É CANADENSE!

    Quem não ama o Canadá, gente? Esse país fofinho, que só fica na dele e dá a luz a essas pessoas super lindias e educadas?

    Mas a gente não pode falar só bem, não é mesmo?

    Como já disse, achei meio estranha essa mudança absurda nas personagens da primeira pra segunda temporada, mesmo que tenha sido só na aparência. Também achei que o final da segunda temporada foi um pouco copiado do fim da primeira, como se eles tivessem visto que esse fim deu muito resultado e decidiram fazer algo do mesmo nicho.

    Mesmo com essas pequenas observações, continuo amando Degrassi de todo o meu heart e aguardo ansiosamente pela terceira temporada. Se eu já não tivesse cortado as unhas, tenho certeza de que elas estariam todas roídas de novo XD

    Essa é uma série para se apaixonar, que, além dos dramas básicos, envolve dezenas de assuntos pelos quais todo adolescente deve se interessar para conviver melhor com todos e com si mesmo. Recomendo demais!

    P. S.: Finjam que eu não sumi de novo, beijos.

Sobre coelhos e viagens temporais

16.12.16
Do you believe in time travel?

     Bonjour, my dears.

    Dessa vez, apareço aqui para falar do meu filme favorito, the best of all times, Donnie Darko. Mas, antes de tudo, quero que coloquem os fones de ouvido e escolham uma das duas trilhas do filme. As duas são mara, mas achei melhor não misturá-las. Cês vão ver só o porquê.




    Então, já com o som na cachola, vamos começar do começo: como conheci Donnie Darko?

- Já viu Donnie Darko?
Não -
E provavelmente nenhum outro que você vá perguntar -
- Shbwsisb
- Bom, não está perdendo nada
- São só os velhos filmes alternativos

    E foi assim que Donnie Darko entrou em minha vida. Essa conversa aconteceu com um conhecido muito querido meu, em primeiro de julho. Fui assistir apenas dia 27 do mesmo mês (exatos cinco meses antes do meu aniversário) e adorei desde a sinopse até a última linha dos créditos. Okay, tirando os créditos, shush.


    Não esperava tudo isso. Tipo, sério. Eu não sou o tipo de pessoa que assiste filmes (ou séries). Se estiver no cinema e o dinheiro na mão, bora assistir, mas não tenho nenhum diretor preferido, interesse sobre fotografia ou conhecimentos sobre vários atores. Bem, não tinha, até assistir esse.

    No começo, era só um filme que um amigo tinha recomendado. Depois, passou a ser algo mais. É um dos filmes (se não o único) que eu assistiria (e assisto) vezes e mais vezes e nunca enjoaria.


    O filme, como já disse meu amigo, é um belo alternativo. Não há muito o que dizer sem falar demais, por isso, apresento-lhes a sinopse:

"Um adolescente perturbado é atormentado por sonambulismo frequente, dramas de família e um coelho de 2 metros que prevê o apocalipse."

    Roubada da Netflix, pois a sinopse apresentada no Adoro Cinema conta demais.


    Já dá pra entender o porquê de eu gostar tanto desse filme? Shush. Além disso, o filme tem uma trilha sonora de arrasar (que vocês estão ouvindo agora, hihi), personagens maravilhosos e momentos super marcantes.

    Mas não bastava eu apenas assistir ao filme. Não, minha pobre alma não se sentia satisfeita com as cenas repetidas vezes e vezes na TV. Já sabia fazia um tempo que a DarkSide tinha disponibilizado um livro sobre Donnie Darko, mas eu não imaginava que, na verdade, o livro era o roteiro original do filme (lê-se minhas lágrimas de felicidade aqui).


"Não se trata de uma adaptação do longa-metragem de 2001, e muito menos de um romance que poderia ter inspirado o cineasta Richard Kelly. Donnie Darko, o livro, apresenta na íntegra o roteiro original."
    - DarkSide Books

    Não é de chorar, gente?

    Me lembro que, na época em que comprei, eu deveria ler um livro para fazer uma prova na escola (era Se Eu Ficar), mas acabei não lendo porque estava ultra envolvida em Donnie Darko.

A tradicional caveirinha da DarkSide foi substituída pelo Frank! É muito amor <3

    O livro não apresenta apenas o roteiro original do filme, mas também um prefácio por Jake Gyllennhaal, ator que deu vida ao Donnie, uma maravilhosa entrevista com Richard Kelly, o diretor do filme, e o livro que Donnie lê no filme, "A Filosofia da Viagem no Tempo". Pra mim, valeu super a pena <3

    E tudo nesse post nos leva a duas conclusões: um, Donnie Darko = Vida, e dois, meu amigo é um mentiroso. Eu não estava "perdendo nada", huh?

Clichêzão fora dos padrões

13.10.16
EU GANHEI UM X-BOX

    Já faz um tempo, mas vou falar disso agora, porque sim.

    Meu pai comprou um X-Box usado tá genten e veio com vários (vários) joguinhos. Achei que não me interessaria por nenhum (eu só queria o console pra jogar Just Dance, mas sem o kinect não dá ;-;), mas aí, numa troca despretensiosa de CDs (DVDs, i don't know), eu descobri o jogo que mudaria minha vida (-q).

*música de suspense*

    O jogo já me chamou atenção pelo nome: Alan Wake. Tem cara de coisa foda, né non? E é mesmo.

    Alan Wake conta a história de um escritor do gênero terror cujas criações se tornam realidade. Clichê? Acho que não.

Alan Wake

    Wake está no meio de um enorme bloqueio criativo que o impede de escrever uma única palavra, então resolve tirar férias para aliviar a cabeça e vai com a esposa para Bright Falls, uma cidade no interior, rodeada de montanhas e florestas.

viu esse machado? corre, mizeravi

    Na primeira noite, ele e sua mulher, Alice, discutem e Wake sai do chalé quando, de repente, começa a ouvir gritos. Algo ataca sua esposa e ele só chega a tempo para vê-la afundar no lago que rodeia a pequena ilha onde se instala o chalé. Wake mergulha para tentar salvá-la, mas acorda numa rua deserta nas montanhas, após ter capotado o carro.

esse pássaro parece legal? imagine dezenas dele. centenas. violentos. atacando você.

    Daí em diante, Wake tenta encontrar Alice e luta contra a presença escura e seus possuídos durante todo o caminho, desvendando os mistérios de Bright Falls e de si mesmo.

Jogatina

    Ain, gente, tô in love; Alan Wake é o melhor jogo que já joguei!

    Okay, ainda estou no Episódio Quatro (o jogo consiste em seis episódios), mas tinha que vir contar aqui procêis.

à esquerda, vemos o nem tão importante Alan Wake. à direita, Barry, o amigo inútil. e, ao centro, o protagonista principal de toda a história: o cartaz propaganda do Wake

    Esse jogo superou todas as minhas expectativas. Apesar de, no início, eu tê-lo achado super clichê (e confuso!), agora vejo a originalidade e imprevisibilidade do enredo.

    Antes desse, tinha jogado outros jogos com o ponto de vista diferente: você vê pelos olhos do personagem. Já em Alan Wake, você vê como aqueles sonhos em que a gente está meio que assistindo tudo, sabe? Achei essa perspectiva zilhões de vezes melhor.

saquem a perspectiva do jogo

    Melhor arma de todas: uma lanterna! Okay, você precisa de um revolver pra matar os possuídos (afinal, eles são pessoas), mas a lanterna faz metade do trabalho. Sério, as armas desse jogo são as melhores: lanternas, sinalizadores, granadas de luz e por aí vai!

arma de fogo é pros fracos. cool mesmo é arma de luz u.u

    Outra coisa mega interessante do jogo são as folhas do manuscrito jogadas pelo caminho. Nelas, você pode ler o futuro, digamos assim, já que tudo o que Wake escreve se torna real. Eu, particularmente, leio apenas os títulos dos capítulos para poder me situar melhor na história e me preparar para o futuro, prefiro que tudo fique bem vago. Afinal, qual a graça de saber tudo tudo o que vai acontecer? É como um spoiler do jogo (se bem que, já que colocaram as folhas ali elas devem ter algum significado e não conter spoilers significativos, né? então vamos deixar toda essa enrolação que eu fiz como uma desculpa pra preguicinha de ler).

essa fanart expressa claramente meu vício pelas garrafas de café inúteis que aparecem durante o jogo

    Joguei os últimos dois Episódios em dois dias - um em cada - e pude perceber melhor o desenvolvimento do jogo. Aliás, várias coisas foram adicionadas, dificultando o nível do jogo. Coisas possuídas, cara, coisas possuídas.

    Estou adorando sentir a dificuldade aumentar e descobrir finalmente que diabos está acontecendo nesse mundo doido.

chorem nessa fanart maravilhíssima

    Acabei de descobrir também que tem uma minisérie para assistir antes de jogar, como se fosse um "prólogo" do jogo, e que ele teria uma continuação, mas foi cancelada pois os produtores não acharam que era digna da história. Mas, agora, foi lançado uma outra continuação, Alan Wake's American Nightmare onde, aparentemente, Alan tem que lutar contra um gêmeo do mal (oe?).

parece uma continuação foda, né non?

    Vou deixar aqui pra vocês a playlist da minisérie também, caso se interessem:


    Enfim, acho que já dei motivos suficientes pra jogarem Alan Wake, né non? Haha
  
    Acho que nunca redigi um post com tanta imagem. Desculpem se demorar pra carregar! Esse jogo merece.

O fabuloso destino de Amélie Poulain

29.9.16
Quem não conhece esse doce famigerado francês?


Sinceramente, já estava cansada de ouvir falar dele, haha. O limite estourou quando li sobre ele no De Volta Aos Quinze, foi aí que decidi que iria assistir e ponto. Peguei um momento de tédio, joguei o link no YouTube e era isso, agora não tinha mais volta.

O filme superou muito minhas expectativas, tenho que admitir. Imaginei que fosse apenas mais um daqueles filmes comuns que a gente assiste uma vez e depois esquece, mas eu assistiria OFDDAP vezes e mais vezes e provavelmente não iria enjoar.


Esse filme não é nem de longe um romance comum, clichê. Passa até do nível dos romances não clichês com reviravoltas incríveis. Ele é calmo e me deixou leve, pensando em tudo e mais um pouco. Um filme inusitado e gostoso, e agora posso entender porque tantos falam dele.

Além da maravilhosa Audrey Tautou, da qual uma amiga minha tanto falava. Descobri pouco tempo depois de assistir OFDDAP que a atriz também faz um filme que pretendo assistir em breve, A Espuma dos Dias.

No fim, esse foi mais um dos meus "julgue pelas aparências" que deu errado. Recomendo muito que vocês assistam, pois esse me surpreendeu.

De Volta aos Quinze

22.9.16
De Volta Aos Quinze
Bruna Vieira
Gutenberg
224 Páginas
O que você faria se pudesse voltar no tempo?
Será que, ao fazer escolhas diferentes, você conseguiria mudar sua vida para melhor?
Anita tem 30 anos, e sua vida é muito diferente do que ela sonhou para si. Um dia, ao reencontrar seu primeiro blog, escrito quando tinha 15 anos, algo inusitado acontece, e tudo ao seu redor se transforma de repente. Com cabeça de adulto e corpo de adolescente, ela se vê novamente vivendo as aventuras de uma das épocas mais intensas da vida de qualquer pessoa: o ensino médio. Ao procurar modificar acontecimentos, ela começa a perceber que as consequências de suas atitudes nem sempre são como ela imagina, o que pode ser bem complicado. Em meio a amores impossíveis, amizades desfeitas e atritos familiares, Anita tentará escrever seu próprio final feliz em uma página misteriosa na internet.


post atrasado um dia porque esqueci de programar. ignorem

Eu disse! Disse que vinha toda quinta e segunda! Olha eu aqui!

Vamos deixar de empolgação, haha. Já vou começar essa nova jornada com um post maravilhex sobre um livro que terminei ainda ontem (quarta), De Volta Aos Quinze.

Vamos começar com as confissões. Desculpe, Bruna, mas eu não tinha a menor vontade de ler seu livro. Minha professora de redação leu para a classe as primeiras dez páginas no ano passado e eu simplesmente achei um porre ter de fazer uma redação com aquilo. Sempre que ouvia falar do livro, já ia dizendo que eu não queria ler de jeito nenhum e que a história não me atraía nem um pouquinho, acompanhada da minha melhor amiga, com quem compartilhava esse pequeno desgosto.

Mas, então, minha professora de português resolveu que a classe teria de ler esse livro para fazer uma prova. Assim que ouvi, revirei os olhos, frustrada por ter que gastar meu dinheiro com algo que eu provavelmente não iria gostar. Ah, como estava enganada!

Não posso dizer que amei o livro. A história é bem criativa e é muito mais do que aquele comecinho que minha professora havia lido e que havia me dado a primeira impressão da obra. Comecei a ler três semanas antes da prova, sem muito ânimo, fiquei enrolando até que estava em cima da hora e tive de ler tudo de uma vez. Mas, enfim, vamo-nos às minhas humildes críticas, hihi.

De Volta Aos Quinze

Superou minhas expectativas, apesar de estar bem explícito que a Bruna era uma escritora de primeira viagem ao escrever aquilo (o que é bem verdade, de acordo com a descrição dela na orelha do livro). Achei a escrita realmente muito boa, mesmo com algumas coisas meio bruscas, que deveriam ter tido uma "introdução" antes de terem sido escritas. Além disso, alguns pontos ficaram mal resolvidos e, mesmo que sejam explicados no livro seguinte, deveriam ter sido citados mais vezes, para que não deixasse um ar de que aquilo não fazia a menor diferença na história.

O fim foi interessante. Definitivamente não esperava por aquilo. Parece que a autora queria escrever uma reviravolta incrível e super empolgante, mas não deu muito certo. Deveria ter sido um pouco mais trabalhado. Que tal diminuir um pouco a espessura das páginas e aumentar o enredo? Acho que seria uma boa.

Mas é claro que também encontrei pontos positivos. Achei extremamente criativa essa coisa de voltar no tempo ao ver o blog e as mudanças no passado terem efeitos no futuro. Não achava que isso iria acontecer, pensei que fossem só alucinações que não mudariam nada. Foi uma surpresa bem divertida, pra falar a verdade. Também gostei bastante das personagens. Apesar de reclamona, achei Anita um amor!

A história poderia ter sido muito mais trabalhada, as personagens poderiam ter tido um desenvolvimento melhor durante o livro e o enredo tinha várias falhas, mas, para um primeiro livro, achei bem interessante. Principalmente para um livro de blogueira!

No fim, recomendo, sim, que leiam De Volta Aos Quinze, uma história divertida e nostálgica, com ilustrações e playlists ótimas.

Espada de Vidro

7.8.16
Espada de Vidro
Victoria Aveyard
Seguinte
496 Páginas
Se sou uma espada, sou uma espada de vidro, e já me sinto prestes a estilhaçar. O sangue de Mare Barrow é vermelho, da mesma cor da população comum, mas sua habilidade de controlar a eletricidade a torna tão poderosa quanto os membros da elite de sangue prateado. Depois que essa revelação foi feita em rede nacional, Mare se transformou numa arma perigosa que a corte real quer esconder e controlar. Quando finalmente consegue escapar do palácio e do príncipe Maven, Mare descobre algo surpreendente: ela não era a única vermelha com poderes. Agora, enquanto foge do vingativo Maven, a garota elétrica tenta encontrar e recrutar outros sanguenovos como ela, para formar um exército contra a nobreza opressora. Essa é uma jornada perigosa, e Mare precisará tomar cuidado para não se tornar exatamente o tipo de monstro que ela está tentando deter.

Voltamos com mais um BEDA, porque é só assim pra eu postar com tanta frequência, haha.
Já faz um tempo que li A Rainha Vermelha e não perdi tempo ao ler sua continuação, Espada de Vidro.
O segundo livro foi tão bom quanto o primeiro. A série de acontecimentos inesperados e bem planejados me fez devorar o livro em pouquíssimos dias e o ritmo foi perfeito. Acompanhar o desenvolvimento da Mare nessa nova fase, no meio de uma guerra civil, perseguições e vinganças, foi maravilhoso.
Aos poucos, a autora mudou a personalidade de Mare até a garota se encontrar sendo exatamente o que evitava. O envolvimento dela com os personagens não é exagerado, e o romance é incrivelmente sutil.
O final me deixou com um super gosto de quero mais, muito mais. Infelizmente, o terceiro livro, King's Cage, ainda não foi lançado. Como lidar com a espera? Haha.
Se tivesse que resumir esse livro em duas palavras seriam "imprevisível" e "vingativo". Recomendo muito que leiam tanto esse quanto A Rainha Vermelha (tem que ler um pra entender o outro, né), não vão se arrepender.

Ghostbusters (I'm Not Afraid)

28.7.16

Ghostbusters

Paul Feig
Ação, Comédia
1h56min
▲▲▲▲▲
Atualmente uma respeitada professora da Universidade de Columbia, Erin Gilbert (Kristen Wiig) escreveu anos atrás um livro sobre a existência de fantasmas em parceria com a colega Abby Yates (Melissa McCarthy). A obra, que nunca foi levada a sério, é descoberta por seus pares acadêmicos e Erin perde o emprego. Quando Patty Tolan (Leslie Jones), funcionária do metrô de Nova York, presencia estranhos eventos no subterrâneo, Erin, Abby e Jillian Holtzmann (Kate McKinnon) se unem e partem para a ação pela salvação da cidade e do mundo.

Nunca assisti qualquer filme dos Caça Fantasmas e tinha uma vontade mínima de assistir a franquia. Fiquei sabendo desse novo só por alguns anúncios e trailers no Facebook, e achei a ideia de ter mulheres no lugar dos protagonistas bem legal, mas foi só. Então, alguns dias depois, recebi a mailsletter do Fall Out Boy, minha banda favorita (da qual falei aqui), falando sobre a nova música, uma versão regravada do tema do filme Caça Fantasmas, Ghostbusters (I'm Not Afraid). Ouvi e de cara me apaixonei, a banda deu aquele toque especial para a música, e na voz do Patrick ficou massa.
Depois disso, decidi: eu tinha que assistir Ghostbusters, apenas para cantar junto na cena em que a música tocasse. Surgiu uma oportunidade e pah, fomos (eu, meu irmão e minhas primas) ao cinema.

Logo nas primeiras cenas, confesso que me apaixonei. Senti que alguns no cinema estavam tendo seu "momento nostalgia", e desejei poder tê-lo também. O filme é uma mistura de comédia e terror perfeita, daquele tipo que todo mundo gosta, onde mesmo nas cenas mais dramáticas dão um jeito de enfiar humor. As personagens são maravilhosas, e confesso, me apaixonei pela Jillian. Super descolada e rebelde, acompanhando o ar divertido do filme.


Achei o filme massa, teve um bom ritmo e cenas maravilhosas. Os efeitos especiais me deixaram apaixonada, cada fantasma foi um novo amor <3. É um filme bem leve e divertido, sai bem da minha rotina de dramas e suspenses, e prometo a mim mesma que logo irei arrumar um tempinho para assistir os outros filmes da franquia.

Outra coisa que me prendeu desde antes da telona foi a trilha sonora (como eu disse ali em cima), então não podia deixar de trazê-la pra cá, né?



As outras regravações do tema do filme também ficaram maras, embora minha preferida continue sendo a do Fall Out Boy! Mas seguem no ranking a versão do Pentatonix e WALK THE MOON. Atenção especial pra música Party Up (Up In Here), trilha sonora pra dancinha da Jillian.

Não achei gif dela dançando ;-;
E aí, vocês assistiram o filme? E a trilha sonora? O que acharam? Comentem aqui pra titia saber <3

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Julgue Um Livro Pela Capa: A Rainha Vermelha

16.7.16
Hello, moçada!
Vamos postar algo útil nessa bodega, né non?
Trouxe outro JULPC, dessa vez de A Rainha Vermelha (cês nem viram no título, né? :v). Se tu não sabes do que tô falando, nesse post aqui explico o que é o JULPC, e, novamente, recomendo que não leia essa resenha caso queira ler o livro pela mais pura experiência de julgar um livro pela capa.

A Capa


Eu já tinha visto essa capa dezenas e dezenas de vezes em sites e blogs e posts aleatórios em redes sociais aleatórias, mas nunca de fato havia me interessado. Até que, em dezembro de 2015, comprando meus presentes literários de aniversário, o moço da Saraiva confundiu o livro que eu estava procurando com esse aí. Quando vi essa capa linda divando em prata, mandei um olhar de cachorrinho pro meu pai e saí feliz com esse e os outros livros da minha lista.

Julgue Um Livro Pela Capa: Corte de Espinhos e Rosas

12.5.16
(vamos fingir que eu não sumi e venho postando regularmente desde o último post, okay? ;P)
Antes que vocês atirem na minha cabeça, vou explicar, o Julgue Um Livro Pela Capa ali em cima foi, sim, intencional.
Sempre busquei formas de ser alternativa, e na literatura não foi diferente. Estava passeando pela livraria daqui da minha cidade e avistei uma bela capa cheia de espinhos e belas cores em tons de azul e roxo, mas não estava ali por causa daquele livro. "Não julgue um livro pela capa", foi a primeira coisa que pensei, e, pah, me veio a ideia.
Por que não julgar um livro pela capa?
Então, agarrei o livro, levei-o até o caixa e pronto, estava comprado. Eu o devorei sem ao menos ler a sinopse, e me apaixonei demais pelo livro. Cada vez mais, a ideia parecia deliciosa: Por que não julgar um livro pela capa?
E então, sim, comprei mais dois livros, apenas julgando-os pelas belas capas. Mas não é sobre esses que venho falar, e sim sobre o amorzinho que é Corte de Espinhos e Rosas, de Sarah J. Maas, minha quase xará e.e

A Inteligência Artificial Registrada Em Filme

23.2.16
Mahoy, minha gente! Hoje vim trazer a primeira resenha de filme do blog (Yeah!), sobre um filme que assisti uns dias atrás (tipo ante ontem). Achei muito legal, e tinha mesmo que compartilhar com vocês. Pelo que vocês podem ver pelo título super explicativo do post (resolvi não colocar o modelo mais que padronizado "Nome da Obra - Resenha", porque... é chato :/ ), é um filme de Ficção Científica - mais um dos que eu penso "Vamos assistir isso?" e acabo amando, tipo Star Wars -, chamado (pam pam pam) Ex_Machina: Instinto Artificial.
Chega de blá blá blá e vamo-nos ao filme...

Título: Ex_Machina: Instinto Artificial
Gênero: Ficção Científica
Diretor: Alex Garland
Ano: 2015
Caleb (Domhnall Gleeson), um jovem programador de computadores, ganha um concurso na empresa onde trabalha para passar uma semana na casa de Nathan Bateman (Oscar Isaac), o brilhante e recluso presidente da companhia. Após sua chegada, Claeb percebe que foi escolhido para participar de um teste com a última criação de Nathan: Ava (Alicia Vikander), uma robô com inteligência artificial. Mas essa criatura se apresenta sofisticada e sedutora de uma forma que ninguém poderia prever, complicando a situação ao ponto que Caleb não sabe mais em quem confiar.


O filme conta a história de Caleb, um garoto que ganha um sorteio para ficar uma semana com seu chefe supremo maioral, Nathan. Mas, quando Caleb encontra Nathan (em sua ilha de isolação super tecnológica de dar inveja), descobre que foi chamado para fazer um teste de Turing, ou seja, testar um robô com inteligência artificial para saber se ele tem mesmo inteligência ou se só está simulando.
Bem, talvez eu devesse chamar esse robô de ela.
Ava, o protótipo de IA, começa a ser examinada por Caleb, e não passarei daqui, se não, estarei dando spoilers realmente significativos.

Eu achei o filme muito interessante, e com certeza superou minhas expectativas. Cheio de reviravoltas, ele te faz amar alguns personagens e odiar outros completamente, e, no final, todas as suas deduções são despedaçadas (menos as do meu pai, parecia que ele já tinha assistido isso. Pode isso?), fazendo suas opiniões mudarem completamente sobre os personagens.

Uma coisa que eu gostei bastante é o fato de o filme ter sido gravado, basicamente, com quatro atores, que consistem na Ava, Caleb, Nathan e Kyoko, a empregada de Nathan. Claro, há outros atores, mas acho que só na cena de início, quando ele está no escritório, e no fim... que não posso contar :P, além do piloto de Helicóptero que leva o Caleb pra casa do Nathan.

Acho que é só isso que tenho a dizer sobre o filme, rsrs. Ele pode parecer bem bobo (opinião da minha mãe), mas é incrivelmente interessante e reflexivo, e uma das coisas mais legais é que ele mostra a verdade sobre a IA ~não falo mais nada pra não dar Spoiler, hihihi~.

CLASSIFICAÇÃO



Beemm, depois desse post depois de um milênio sumida (tenho motivos!), já me vou de novo.
Bjks e por esse post é só, darlings!


Prince of Thorns - Resenha

30.12.15

Hello galerinha!
Eu de novo aqui.
~prometi que vinha post, agora vou cumprir!~

Vim trazer uma resenha do meu livro favorito no momento; Prince of Thorns (Príncipe dos Espinhos).
Se você fica indo de página em página do blog procurando coisas interessantes, já viu que eu acabei de ler o PoT e agora estou lendo o volume II, King of Thorns.
Maasss, enfim, vamo-nos à resenha.

Elfen Lied - Resenha

26.10.15

I'm back, bitches!
(tenho que parar de assistir PLL...)
Oi, pessoas! Como vão?
Eu de novo aqui, trazendo, dessa vez, uma resenha de anime.
O Elfen Lied quem recomendou foi a Joice (meu amor, minha diva!), que também me recomendou o Another, que eu já fiz a resenha.
São, os dois, animes bem curtinhos, e bem dramáticos, e com finais bem...
*suspiro*
É. Vamos logo pra resenha.

Resenha - Percy Jackson e o Ladrão de Raios

19.9.15

Hello de novo, personas!
Sara de volta por aqui...
Eu acabei de ler Percy Jackson para a prova da escola, então, vou fazer a resenha aqui, né?

O Ladrão de Raios



A história fala sobre um garoto com déficit de atenção e dislexia, que, na verdade, é um semideus.
Ele nunca passa mais de um ano em uma escola, graças aos monstros que vivem perseguindo-o.
Quando Percy finalmente descobre que é um semideus, metade deus do olimpo, metade mortal, já é um tanto tarde demais, e sua mãe o leva às pressas para o acampamento Meio Sangue.
Depois de um tempo  no acampamento, ele descobre que é filho de Poseidon (desculpa aí quem não leu, não assistiu nem faz a mínima ideia do que é Percy Jackson, mas não dá pra fazer um resumo sem esses spoilers necessários), e então é mandado, depois de uma visitinha ao Oráculo, em uma missão.
Nessa missão, ele tem de recuperar o Raio Mestre de Zeus, para evitar a Terceira Guerra Mundial, e, no caminho, acaba descobrindo coisas muito interessantes, além das lutas contra monstros e a nova amizade com Anabeth, uma filha de Atena, e Grover, um sátiro.
Em uma trilha carregada de mitologia grega e muitas, mas muitas surpresas, você se vê preso em uma narrativa maravilhosa, da qual não se pode desgrudar os olhos ou a mente.

Minha Opinião

Eu já havia lido O Ladrão de Raios antes, inclusive o próximo, e o próximo, e o próximo, menos o último, então já tinha uma boa ideia da história e dos segredos, mas, mesmo assim, foi emocionante ler pela segunda vez.
Infelizmente, não tenho muito o que dizer, afinal, já havia lido, então sabia tudo o que ia acontecer...
Enfim, se você não leu, o que eu acho muito improvável, leia.
Se você assistiu o filme, leia, você vai se impressionar com as diferenças.
Se você não quer ler, leia. Faz bem experimentar gêneros novos.

Classificação


Comentário

Leia, sem medo, e viaje com um semideus pelo maravilhoso mundo mitológico da civilização ocidental.


Resenha - Another

17.9.15

Hello, minhas belas pessoas que leem meu - belo - blog, como vão vocês?
(meu Deus, que 'intro' mais merd@...)
Enfim, como diz o título desse post, vou fazer uma resenha de Another, um anime maravilhoso que foi recomendado a mim e a vocês no Guest Post da Joice, esse aqui ó: Joice - Another.
Eu assisti (lógico) e...
Bem...
Ahn...
É.
Leiam aí.

Another


Another conta a história de uma escola em uma cidade japonesa, mais especificamente, a Classe 3 do nono ano.
Essa é uma classe amaldiçoada, pois, vinte e seis anos atrás, um aluno morreu, mas todos continuaram agindo como se ele ainda estivesse lá. No fim do ano, quando foram tirar a foto de graduação, o aluno morto apareceu na foto, e foi aí que a Calamidade começou.
No ano seguinte, mesmo eles tendo contado corretamente o número de carteiras, ainda faltava uma na sala de aula, e então, parentes e alunos da Classe 3 começaram a morrer.
Isso continua por anos, e a explicação é um tanto... Bem, vejam por si mesmos.
Ao guardar o lugar do morto, a Classe 3 ficou mais perto da morte, e assim, todo ano, um aluno morto entra na classe. Esse aluno não sabe que está morto, muito menos seus colegas, e é impossível (ou quase) dizer quem é ele até o fim do ano.
Os alunos acabaram inventando uma simpatia para acabar com a Calamidade: ignorar um aluno, para, assim, o número de alunos/carteiras estar correto.
Vinte e seis anos depois, um aluno é transferido de Tóquio para a escola, mas entra um mês depois graças a uma doença. Ao chegar na escola, na amaldiçoada Classe 3, ninguém tem coragem de contar a ele sobre a Calamidade, e ele acaba não ignorando o aluno que deveria ser ignorado (no caso, a aluna), e então a Calamidade começa.

Minha Opinião

Meu Deus do céu, me ajuda pai amado, como esse anime é fod@ pra c@ralho!
Eu sou esse tipo de pessoa que curte umas coisas mais Dark e Dramáticas, então esse anime me fez ficar in a fucking deep love.
Eu simplesmente fiquei hipnotizada pelas mortes maravilhosas que esse anime tem, e, Joice, você tinha razão, A MORTE DO GUARDA CHUVA É MUITO FOD@!
Pra vocês terem uma idéia, eu voltei cinco vezes (sem exagero) para assistir de novo, de novo e de novo, porque, meu Deus, essa morte é fod@ pra c@ralho.
O maior mistério é descobrir quem é o morto, e você cogita todas as pessoas desesperadamente, mas aí elas começam a morrer, e não sobra mais pessoas, e você fica tipo "Meu Deus, porr@, quem é, c@ralho, inferno?!".
Então, quando você descobre, sua cara é meio tipo...


Infelizmente, só tem episódios legendados, mas eu me acostumei total às palavras bugadas deles, vale muito a pena assistir, mesmo sendo áudio japonês.

Classificação


Comentário

Guardas chuvas nunca mais serão os mesmos...


Joice (Nove Garotas e Um Livro Viajante) - Another

12.9.15

Oi, genties!
Hoje trouxe um post especial, da Joice, lá do Nove Garotas e Um Livro Viajante, porque eu sou Web Master de lá e aí organizei um "concurso" e blá blá blá...
Enfim!
Um dos prêmios dela foi um post aqui, então, aqui está!


"Oi, pessoas, eu sou a Joice e vim trazer para vocês um anime que assisti recentemente. Bom, o nome do anime é Another, ele tem 12 episódios e vocês acham ele no youtube, tem um OVA* também.
Vou resumir a história. Há 26 anos, um aluno muito querido pelos colegas e professores morreu em um acidente, os colegas não aceitaram a morte, um até apontou para o lugar desse aluno e disse:  ele não morreu, ele esta ali, vejam.
Todos começaram a falar a mesma coisa, e, na cerimônia de formatura, reservaram um lugar para ele, mas algo aconteceu, quando tiraram a foto da turma esse aluno apareceu.
Mas não acaba por ai, no ano seguinte no início das aulas, faltava uma mesa na sala de aula mesmo eles tendo contado o número exato nas férias, então os alunos e parentes próximos dos mesmos começam a morrer, e isso continua nos anos seguintes nessa mesma sala.
A explicação é simples, ao guardar o lugar do aluno morto essa sala começou a chamar os mortos, todo ano uma pessoa morta ia para lá e a natureza, para deixar os números certos, matava os alunos e parentes (explica isso melhor nos ep's) ,ai eles fazem uma espécie de simpatia, que é ignorar uma pessoa, como se ela não existisse, e assim o número seria o correto, evitando as mortes.
Vinte e seis anos depois um aluno é transferido para essa escola, mas devido a uma doença ele entra depois. Graças a ele o numero de cadeiras não foi o suficiente e então eles tem que ignorar um aluno, como ele não sabia sobre isso, ele não ignora o aluno e as mortes começam.
O anime fica basicamente em você tentando descobrir quem é o morto, você pensa em todo mundo e quando descobre quem é fica tipo, O QUE?
O suspense e super bem trabalhado e o protagonista lê Stephen King (pirei nessa hora) e tem a morte que supera os filmes Premunição, que é a morte com o guarda chuva (vocês vão entender quando verem.
O anime é pequeno, eu assisti em um dia e vocês vão ficar tão empolgados para descobrir quem é o morto que não vão desgrudar os olhos da tela. É um ótimo anime para quem tem preguiça de acompanhar algo grande, porque, bom, são só 12 episódios.
Assistam e depois digam o que acharam.
É isso e quero dizer que e um imenso prazer estar aqui com vocês, beijo e tchau."


OVA: Original Video Animation


Gente, eu amo a Joice!
Ela é um amor de pessoa, uma diva divastica que vive divando no blog divo que ela participa!
Espero que tenham gostado do post diferencial de hoje, e garanto que trago mais como esses!

Bjks and see you on the next post, dears!



Horror na Colina de Darrington - Resenha

5.9.15



Hoje trouxe uma resenha de uma história que acabei de ler há pouco tempo, chamada "Horror na Colina de Darrington".
Essa versão no Wattpad é só uma "degustação" do livro físico, mas vale muito a pena ler.

Horror na Colina de Darrington

A história fala sobre Ben, um garoto que vai para a casa dos tios - na colina de Darrington - para cuidar da prima, Carlinha, pois sua tia está debilitada e seu tio foi viajar.
O garoto passa por vários momentos aterrorizantes, um seguido ao outro, deliciosamente posicionados como batimentos cardíacos*.
Alternando entre "Provas Reais" e os acontecimentos narrados por Ben, a história deixa o mundo fictício, se tornando assustadoramente real, te levando a acreditar que aquilo realmente aconteceu (Vai que...).

Minha Opinião

Esse foi meu primeiro conto de terror, e, putz, como eu adorei.
Eu li esses maravilhosos capítulos em apenas dois dias, e amei.
Simplesmente amei.
O modo como Ben alterna entre pesadelo e realidade, até que os dois, enfim, se tornem um só, é eletrizante.
O final - sem spoiler Sara, cuidado - é perfeito.
Um Terror/Drama e um final impactante.

Classificação


Comentário

Uma arma. Um tiro. Uma criança. Uma escolha.
E aí, topa?

Link

Resenha - Todo Dia - David Levithan

20.8.15
Todo Dia
David Levithan
Galera Record
280 Páginas
Neste novo romance, David Levithan leva a criatividade a outro patamar. Seu protagonista, A, acorda todo dia em um corpo diferente. Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, A já aprendeu a seguir as próprias regras: nunca interferir, nem se envolver. Até que uma manhã acorda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon. A partir desse momento, todas as suas prioridades mudam, e, conforme se envolvem mais, lutando para se reencontrarem a cada 24 horas, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do amor.




Bem, como diz minha Book List atualizada, acabei de ler "Todo Dia", e, c*ar*lh*, eu estou com muita raiva.
Enfim, vou começar logo essa resenha porque tenho menos de dez minutos para escrevê-la.
(bem, eu tinha)
Enfim, afinal, finalmente!
Vamo-nos à resenha!

Todo Dia
O livro fala sobre um garoto. Bem, não... Fala sobre um "garot@".
É, não... É sobre um indivíduo.
Sim, é isso mesmo.
A é um garoto - correção - indivíduo que troca de corpo todos os dias, roubando a vida de uma pessoa por 24h.
Certo dia (no segundo, terceiro ou um dos primeiros capítulos), A se apaixona por uma garota com um nome um tanto difícil de escrever. Rhiannon, se não me engano...
Sim, Rhiannon (fui lá em outro blog conferir, rsrs).
Mas essa garota tem um namorado, de quem A rouba o corpo por um dia.
Ele passa um dia incrível com Rhiannon, mas então, no outro dia, tem de ir embora.
E aí, ele fica nessa luta pela garota, mas não passa mais um dia no corpo, então meio que acaba se encontrando com ela cada vez num corpo diferente.

Minha opinião
Minha opinião?
Um livro maravilhoso.
Perfeito.
Sem erros.
Fodasticamente fodástico.
Mas, morri de raiva no final. Sei que algumas pessoas devem ter chorado, admito, esse quase foi o primeiro livro pelo qual eu chorei.
Quase.
E não foi choro de emoção não, eu estava mesmo com raiva, indignada, mas ainda assim admirada pela grandiosidade do livro.
O jeito como ele escreve, como as coisas acontecem, o desejo imensurável de A por Rhiannon, o jeito como ele não desiste de amá-la e ficar com ela.
Não vou dar spoilers, porque não acho isso nada legal, mas, vejam só, eu não senti nenhuma vontade de chorar quando li A Menina que Roubava Livros ou A Culpa é Das Estrelas, e esse livro quase conseguiu me fazer derramar lágrimas.
Eu leria esse livro de novo e de novo, mas ele não é meu, então...
Mas sério, vocês tem que ler esse livro.

Resenha - Wattpad

23.7.15

Já que ando um "pouco" entediada, resolvi escrever esse post.
Como já diz o nome, vou fazer uma resenha de um aplicativo chamado Wattpad.
Nem sei há quanto tempo uso esse app, e nunca me decepcionou. Para os fãs e viciados em leitura, fica a dica, esse app é essencial para o seu celular.
 
Developed by Michelly Melo. Edited by Sara M.